Yorranna Oliveira

Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!

domingo, 15 de agosto de 2010

Formas muito, muito estranhas de cometer suicídio!!!!!

Fiuk (da banda Hori e filho do Fábio Júnior) e grupo Cine cantam "Help", dos Beatles, durante performance no "Criança Esperança 2010".

Veja aqui:




OBS.: O Fiuk é uma gracinha, mas não dá pra engolir essa versão de "Help".




A coisa não para por aí. Acho que pior mesmo foi aquela apresentação de "Sou a Barbie Girl".



OBS.2: Só o Faro se salva. Vocês sabem o motivo....

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Vanusa em Missão Impossível 2

Depois de errar a letra do hino nacional (perdoável, já que quase metade da nação erra), Vanusa conseguiu repetir o feito, dessa vez com uma de suas mais famosas canções "Sonhos de um palhaço", composta por Antônio Marco. O mico aconteceu (isso sim é um acontecimento)durante um evento no Parque do Idoso, em Manaus, no dia 6 de agosto. Confira o mais novo "sucesso" da cantora no youtube:




Para relembrar o que ela fez no passado:

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

Vencedor do Myrian Muniz, da Funarte, volta aos palcos de Belém


Peça será apresentada junto com o espetáculo “O Incrível Segredo da
Mulher Macaco”, com Rodrigo Fagundes, o Patrick, do Zorra Total


Fotos: Divulgação
Fonte: Assessoria de Imprensa/Carlos Correia Santos

Nada tira a vida de um bom sucesso. Mesmo que tudo pareça já ter sido sepultado, há sempre tempo para outra vez matar todos. De rir. Volta ao cartaz na próxima sexta-feira, dia 13 de agosto, às 19h, no Teatro do CCBEU a comédia “Quatro Versus Cadáver”, com textos de Carlos Correia Santos, Saulo Sisnando, Edyr Augusto Proença e Rodrigo Barata. A nova temporada será iniciada numa sexta-feira 13 de agosto não à toa. Trata-se de uma homenagem à data do aniversário de Alfred Hitchock, o mestre do suspense. A direção de “Quatro Versus” é assinada pelo próprio Sisnando. O espetáculo retorna à cena graças à vitória obtida no prêmio Myrian Muniz, da Funarte. A montagem fica em cartaz na capital paraense nos dias 13, 14, 15, 27, 28 e 29 de agosto, sempre às 19h. Nos dias 21 e 22, a peça será apresentada em São Luis, no Teatro Fama. Nos dias 14 e 15, a produção poderá ser vista em Macapá, no teatro do SESC.

A temporada de reestréia de “Quatro Versus Cadáver” contará com um plus mais do que especial. A peça será apresentada em conjunto com o espetáculo “O Incrível Segredo da Mulher Macaco”, também escrita e dirigida por Saulo, comédia que traz no elenco os atores Rodrigo Fagundes (que faz o Patrick do Zorra Total) e Wendell Bendelack. As sessões da Mulher Macaco acontecem também no Teatro do CCBEU, igualmente nos dias 13, 14 e 15, mas às 21h.

QUATRO




Um corpo é encontrado numa biblioteca. Três suspeitos contemplam o defunto: uma loira má, um galã dissimulado e uma criada. Um deles, sem dúvida, é o culpado... Mas quem? Qual arma utilizou? Quais foram os motivos sórdidos, que levaram o vilão a cometer este assassinato?

Este sombrio argumento podia gerar, no mundo real, uma história triste e revoltante, capaz de figurar por semanas na mídia. Podia, por outro lado, gerar algum filme americano com Rita Hayworth no papel principal (bom, na verdade, este filme já foi feito). No entanto, em Belém, este argumento deu origem à peça do diretor Saulo Sisnando. Se, pelo argumento, já valeria o ingresso, imagine agora juntar no mesmo espetáculo três dos maiores escritores paraenses. Foi isso que aconteceu.

No início do ano, o escritor e diretor teatral Saulo Sisnando desafiou aqueles que considera os mais expressivos autores teatrais paraenses, Edyr Augusto Proença, Carlos Correia Santos e Rodrigo Barata, a solucionar, em pouco menos de 20 minutos, um crime quase insolúvel. Assim surgiu o espetáculo “Quatro Versus Cadáver”.

Carlos Correia Santos, premiadíssimo autor paraense, dono de peças como “Julio Irá Voar”, “Nu Nery” e “uma Flor para Linda Flora”, mergulhou na metalinguagem e na literatura de Agatha Christie, criando uma trama surreal, que brinca com o próprio teatro e com o ego dos atores que estão em cena.

Edyr Augusto Proença, autor de inúmeros livros e peças como “PRC-5”, “Laquê” e “Toda Minha Vida por Ti”, mergulhou no universo do cinema noir americano, criando uma história que homenageia o clássico de John Huston “O Falcão Maltês”. A trama, digna de ser interpreta por Humphrey Bogart e Lauren Bacall, conecta Belém a San Francisco, através de uma pedra preciosa, com funções mágicas, conhecida como “o misterioso Muiraquitã Verde”.

Indo às origens do cinema noir, Rodrigo Barata, levou a trama à Europa, e a um convento sombrio, rigorosamente comandado por Sister Bloodmary, de longe a maior vilã de todo o espetáculo. Na trama, dois irmãos gêmeos, Celeste e Justin, tramam a morte do adolescente mais rico de San Francisco.

Os vinte minutos restantes, ficaram sob o responsabilidade do próprio Saulo Sisnando, que construiu uma quarta história, que alinhava todas as outras. Uma trama desmiolada, inspirada no famoso jogo de tabuleiro “o Detetive”, bem ao estilo do autor de peças como “Útero”, “popPORN” e “Cartas para ninguém”, que mistura numa mesma sopa, o Muiraquitã verde, a Metalinguagem, presente na peça de Carlos Correia, e, claro, Sister Bloodmary, a freira demoníaca criada por Rodrigo Barata.




Quatro Versus Cadáver não é apenas uma peça, ao longo dos seus oitenta minutos, o espectador assiste quatro histórias, extremamente cômicas, nas quais sete atores se revezam em papeis de gêmeos, freiras, viciados, ladrões, marinheiros, lolitos,heroínas, jogadores, pesquisadores, etc.

Um espetáculo que, além de fazer rir do começo ao final, é uma oportunidade única de conhecer, de uma única vez, um pouco de quatro dos mais presentes autores teatrais paraenses. Uma história complicadíssima cheia de reviravoltas malucas, que vai deixar os espectadores atentos até o ultimo minuto, quando descobrirão que (certamente!) o assassino não será o mordomo.

MULHER MACACO



Uma heroína preocupada com os preparativos de seu casamento. Um noivo milionário. Uma cruel criada. Um desconhecido em busca de abrigo. Uma matriarca paralítica. Uma atriz de cinema de identidade falsa. Seis personagens. Seis Vidas. Seis segredos. Vários crimes! Essa é a tônica da comédia-terror.

Em meados de 2009, os atores Wendell Bendelack (“Sexo Frágil” e “Malhação”) e Rodrigo Fagundes (“Zorra Total”), desafiaram o dramaturgo e diretor teatral paraense, Saulo Sisnando, a escrever uma peça cômica, sombria, que seguisse os moldes das películas clássicas de horror hollywoodianas.

Saulo aceitou o desafio macabro e os presenteou com uma história desmiolada, sangrenta e absurda, recheada de revelações bombásticas. E muitas piadas! Mergulhando no universo do impecável romance inglês, O Morro dos Ventos Uivantes, Saulo Sisnando transportou a trama da autora Emily Brontë das charnecas bucólicas de Yorkshire, para a Meca do cinema – Hollywood –, onde as loiras são geladas e os galãs têm caráter duvidoso.



Utilizando o conhecimento cinematográfico, que adquiriu por anos como crítico de cinema e a experiência de já ter dirigido peças do gênero, como “Quatro versus Cadáver”, vencedora do prêmio Myriam Muniz - Funarte, Saulo Sisnando recheou a trama de referências, que vão alem do livro de Emily Brontë, mas homenageiam os filmes hollywoodianos, os personagens célebres e as celebridades reais. No palco, Wendell e Rodrigo vivem diversos personagens. Assassinos, mocinhas, monstros e detetives. Todos tem seus segredos lúgubres e todos são movidos por uma grande paixão: o cinema.

A trama e gira em torno de uma confusa herança e começa quando um desconhecido, Sr. Loockwood, arrisca-se a pedir abrigo numa mansão mal assombrada. Como toda boa história de terror, o dinheiro sempre justifica qualquer crime. Nesta aqui, todos estão interessados num glamouroso estúdio de cinema... E todos, sem exceção, estão dispostos a matar, fingir, dissimular, morrer... E até ressuscitar, se for preciso! Somando-se a tudo isso, há ainda um segredo, que ocupa o andar de cima da mansão. Um mistério milenar... Que se manteve trancado a sete chaves... Até hoje. Quando, literalmente, rompendo grades, esse segredo escapou e escondeu-se pelos aposentos da casa.

“O incrível segredo da Mulher-Macaco” é uma peça de terror. É uma comédia para rolar de rir. É uma celebração à sétima arte. É uma homenagem aos livros de Agatha Christie e aos filmes de Alfred Hitchcock. É uma oportunidade única de unir o teatro do Rio de Janeiro ao de Belém em um só espetáculo. Uma história onde tudo é tão possível que o autor de crime tão brutal pode ter sido a mocinha... Ou o galã... Ou eu... Ou você... Ou ninguém... Quem sabe?


QUATRO VERSUS CADÁVER

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral:

Saulo Sisnando
Textos: “Quem matou minha personagem?”, de Carlos Correia Santos
“O caso do Muiraquitã Verde”, de Edyr Augusto Proença
“O estranho”, de Rodrigo Barata
“A Querida Irmã”, de Saulo Sisnando

Elenco:
Adelaide Teixeira
Gisele Guedes
Luíza Braga
Marcelo Sousa
Saulo Sisnando
Flávio Ramos – como “o cadáver”

Contra-regra:
Nayla Portal

Iluminação:
Sonia Lopes

Sonoplastia:
Leonardo Cardoso


O INCRÍVEL SEGREDO DA MULHER MACACO

FICHA TÉCNICA:


Texto e Direção: Saulo Sisnando
Diretora Assistente e Dir. de Movimento: Duda Maia
Iluminação: Paulo Roberto Moreira
Iluminação (em Belém): Sônia Lopes
Criação de Trilha e Efeitos Sonoros: Rodrigo Fagundes e Saulo Sisnando
Gravação e Mixagem: Christiano Pedreira
Figurino: Wendell Bendelack e Lúcia Obara
Adereços: Rodrigo Fagundes, Wendell Bendelack e Edilson Risoleta
Concepção de Cenário: Rodrigo Fagundes, Wendell Bendelack e Saulo Sisnando
Cenotécnico: Renato Índio
Programação Visual: Milton Menezes
Fotografia: Fernando Filho
Consultoria Cultural: Paula Salles
Elaboração de Projeto: Paula Salles e Gabriela Mendonça
Direção de Produção e Produção Executiva: Renato Bavier
Realização: Rodrigo Fagundes, Wendell Bendelack e Triple – Idéias e Soluções Culturais.
Produção Local: Saulo Sisnando
Assessoria de Imprensa Local: Carlos Correia Santos

SERVIÇO“Quatro Versus Cadáver” (19h)
“O Incrível Segredo da Mulher-Macaco” (21h)Local: Cine-Teatro do CCBEU
(Padre Eutíquio, 1309)
Dias 13, 14 e 15 de agosto/2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Seis minutos


Otto

Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir

Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir

Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno

Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel

E você me falou de uma casa pequena
Com uma varanda, chamando as crianças pra jantar

Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel

D'um quarto de hotel
Num quarto de hotel

Não precisa falar
Nem saber de mim
E até pra morrer
Você tem que existir

Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro, são flores de um longo inverno
Nasceram flores num canto de um quarto escuro
Mas eu te juro meu amor, são flores de um longo inverno

Isso é pra morrer

Você me falou
E eu estava lá e falei

Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel

E você me falou de uma casa pequena
Com uma varanda, chamando as crianças pra jantar

Isso é pra morrer
6 minutos
Instantes acabam a eternidade
Isso é pra viver
Momentos únicos
Bem junto na cama de um quarto de hotel

E você me falou
Num quarto de hotel
Num quarto de hotel

Para ver o vídeo da música, clique aqui:

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Viva a Divina


Eliseth Cardoso completaria 90 anos, hoje, se estivesse viva. Mas sua voz e sua obra permanecem eternizadas na história da música brasileira. Parabéns, Divina!

Confira a matéria em homenagem a Eliseth feita pela revista Rolling Stone Brasil:
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/8200/

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ibama só recebeu 0,2% das multas ambientais aplicadas em 2009

Fonte: Amazonia.org.br
Link: http://www.amazonia.org.br


Número de autuações aplicadas pelo órgão ambiental federal está caindo, mas inadimplência está crescendo. Problema passou a se acentuar depois de o governo concentrar ações de fiscalização em grandes proprietários

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) só recebeu o dinheiro de 0,2% das multas que aplicou de janeiro a outubro de 2009, revela o Tribunal de Contas da União (TCU). A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

A inadimplência está se acentuando, mesmo com a queda do número de multas aplicadas por ano. Em 2005, o governo tinha conseguido receber o pagamento de 1% do total de multas aplicadas.

Desde 2009, o Ibama tem concentrado sua ação de fiscalização nos grandes infratores. Num primeiro momento, a estratégia fez cair em 25% o número de autuações e o montante total das multas aplicadas. Diante da nova política, podem deixar de ser alvos prioritários do órgão colecionadores caseiros de animais silvestres sem registro e até os 869 assentamentos da reforma agrária que contribuíram com o desmate verificado durante o ano passado na Amazônia Legal.

Segundo a reportagem, o Ibama acredita que as grandes operações intimidam os pequenos infratores. Essa estratégia é usada principalmente na Amazônia. No ano passado, o Pará apareceu nas planilhas do Ibama como o campeão em multas, tanto em números de autos de infração quanto de autuações de maior valor. O resultado foi impulsionado da Operação Boi Pirata 2, que concentrou ações no município de Novo Progresso, área de intenso desmatamento.