Retirado do blog da Leiska, a nova mamãe de Bel City.
Este é o nome do artigo da psicóloga e sexóloga Carla Moura.
Recebi por e-mail e resolvi postar aqui porque compartilho com a teoria dela.
Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.
Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.
Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.
Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os `tanquinhos´ farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com `clight´ que trouxe de casa.
E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar.
Você nunca irá ouvir um ah, amor, `Quarteirão´ é gostoso, mas você podia provar uma `McSalad´ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: Homens barrigudinhos são confortáveis!
Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!
Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.
Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo.
Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar,a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.
Dia Internacional da BARRIGA - Está chegando
O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os viados. Mulher quer homem inteligente, carinhoso e boa praça. Por isto está sendo lançado o dia 05 de Dezembro como o DIA INTERNACIONAL DOS BARRIGUDOS.
Chega de ter a consciência pesada após beber aquela cervejinha, ou aquele vinho, e comer aqueles petiscos.
Nosso Lema: "Mais vale um barrigudinho bom de cama, do que um gostosão fracassado".
Nosso ídolo: "Homer Simpson".
Nosso Dia: 5 de Dezembro, o Dia Internacional dos Barrigudos.
Yorranna Oliveira
Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Uma gafe. Um pedido de desculpas. Uma música
Foto: AP

Quem assistiu o VMA 2009 lembra. Kanye West subiu ao palco, tirou o microfone das mãos da cantora Taylor Swift - quando ela começava a agradecer, ainda supresa, pelo prêmio de melhor clipe feminino - e protestou: "Quem deveria ganhar era a Beyoncé, ela fez o melhor clipe da década!", disse Kanye. Taylor ficou sem reação, saiu do palco constrangidíssima, quando deveria estar pulando de felicidade com a consagração. Beyoncé, sentada na plateia, arregalava os olhos, chocada com a atitude do amigo. Incredulidade total. Elemento supresa. Coisas de VMA, coisas que dão gás ao evento, apimentam a premiação, mesmo que às custas de alguém.
Kanye West pediu desculpas na TV, logo em seguida. Desculpou-se em seu blog, mas continuou afirmando que, sim, Beyoncé era quem merecia vencer. Mas ela não venceu. Verdade seja dita, Single Ladies era melhor do que o clipe sem graça de Taylor. Mas os vencedores ganham pelo número de votos do público, dos fãs. E os de Taylor foram mais vorazes, votaram mais. Os fãs são os responsáveis pela vitória. Os fãs de Taylor venceram. Os de Beyoncé dormiram na frente da tela do PC, acharam que a partida estava ganha. Não estava. Single Ladies perdeu.
Agora, o Video Music Awards 2010 se aproxima (dia 12 de setembro). Kanye West tuita que fez uma música para Taylor, reafirmando seu arrependimento. Vai entregar a ela no VMA. Sinceridade? Arrependimento? Oportunismo? Marketing? Pode ser tudo isso, pode não ser nada. Só o tempo vai dizer. West não entrou em detalhes sobre a canção, apenas disse ser linda e que se Taylor não a quiser, não tem problema, ele mesmo vai cantá-la.
*Com informações da Rolling Stone Brasil

Quem assistiu o VMA 2009 lembra. Kanye West subiu ao palco, tirou o microfone das mãos da cantora Taylor Swift - quando ela começava a agradecer, ainda supresa, pelo prêmio de melhor clipe feminino - e protestou: "Quem deveria ganhar era a Beyoncé, ela fez o melhor clipe da década!", disse Kanye. Taylor ficou sem reação, saiu do palco constrangidíssima, quando deveria estar pulando de felicidade com a consagração. Beyoncé, sentada na plateia, arregalava os olhos, chocada com a atitude do amigo. Incredulidade total. Elemento supresa. Coisas de VMA, coisas que dão gás ao evento, apimentam a premiação, mesmo que às custas de alguém.
Kanye West pediu desculpas na TV, logo em seguida. Desculpou-se em seu blog, mas continuou afirmando que, sim, Beyoncé era quem merecia vencer. Mas ela não venceu. Verdade seja dita, Single Ladies era melhor do que o clipe sem graça de Taylor. Mas os vencedores ganham pelo número de votos do público, dos fãs. E os de Taylor foram mais vorazes, votaram mais. Os fãs são os responsáveis pela vitória. Os fãs de Taylor venceram. Os de Beyoncé dormiram na frente da tela do PC, acharam que a partida estava ganha. Não estava. Single Ladies perdeu.
Agora, o Video Music Awards 2010 se aproxima (dia 12 de setembro). Kanye West tuita que fez uma música para Taylor, reafirmando seu arrependimento. Vai entregar a ela no VMA. Sinceridade? Arrependimento? Oportunismo? Marketing? Pode ser tudo isso, pode não ser nada. Só o tempo vai dizer. West não entrou em detalhes sobre a canção, apenas disse ser linda e que se Taylor não a quiser, não tem problema, ele mesmo vai cantá-la.
*Com informações da Rolling Stone Brasil
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eles falham. Ela mata

Ministério da Saúde faz levamento inédito nos registros de pacientes que morreram de dengue em 2010. E os dados revelam falha no atendimento em 69% dos casos. O trabalho mostra que metade das mortes ocorreu em municípios com baixa cobertura no Programa Saúde da Família.
“Os números indicam a necessidade de ajustes na forma de atendimento”, afirma o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.
A urgência para resolver o problema é reforçada diante do panorama para o verão: 19 Estados, que abrigam 80% da população, apresentam risco muito alto ou alto de epidemia de dengue.
A Organização Mundial da Saúde é enfática ao afirmar que as mortes pela doença são evitáveis. O máximo tolerado é de até 1% dos casos graves. Bem menos que o registrado no País. Até julho, a taxa de mortalidade foi de 3,9%. A pesquisa do ministério, cujos números finais devem ser divulgados até o fim do mês, quer desvendar as razões de taxas tão elevadas. A partir daí, o assunto deverá ser discutido com autoridades locais.
A análise foi feita nos seis Estados que, reunidos, respondem por 70% do total de mortes do País: São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Desenvolvido em colaboração com secretarias estaduais de Saúde e com secretarias municipais das cidades com maiores indicadores, o estudo partiu da avaliação de prontuários, de entrevistas com profissionais de saúde e com familiares do pacientes mortos. “A meta é verificar se há grupos mais vulneráveis e avaliar o tratamento ofertado”, contou Hage.
Até o momento, foram analisados 66 casos fatais – número que já permite traçar alguns indicadores. Uma das principais constatações é a de que pacientes não foram atendidos conforme as diretrizes do ministério. “Não foi feita a classificação de risco do paciente”, disse Hage. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Ambiente Brasil
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sábado, 4 de setembro de 2010
A empresa Google
Coluna - A melhor profissão do mundo
Depois do Jornalismo e de uma redação de revista ou jornal (com seus prós e contras), os funcionários do Google(sim, o canal de busca que você pelo menos uma vez na vida acessou)trabalham num clima que muita gente clama todos os dias. Conheça como é a rotina de trabalho na maior empresa de busca da Internet, nesta reportagem da revista Época.
Fonte: Revista Época/Fotos: Ricardo Corrêa
Escritório da empresa em São Paulo

Cada funcionário do Google escolhe a melhor hora de chegar ao trabalho. A não ser que tenha algum compromisso agendado, pode organizar o dia como achar melhor. Muitos deles, mesmo assim, tomam café da manhã juntos na empresa, aproveitando a refeição gratuita e caprichada, com pães, frutas, sucos e iogurtes. Depois de satisfeito, cada funcionário começa a trabalhar, em sua mesa ou em qualquer outro lugar da empresa que ache melhor. Ele poderá interromper as atividades ao longo do dia para relaxar com uma partida de videogame ou um lanchinho, sempre gratuito. Quando concluir o que considera importante para o dia, irá embora – na hora que achar melhor. Esse ambiente livre pode até parecer natural e espontâneo, mas não é. Preservá-lo numa empresa produtiva, lucrativa e ambiciosa exige grandes doses de empenho e cuidado. Por esse esforço, o Google foi considerado, em 2010, o melhor lugar para trabalhar no Brasil, segundo a pesquisa anual GPTW (Great Place to Work), publicada com exclusividade por ÉPOCA.
Se você já acessou a internet, conhece o Google. Trata-se da empresa que criou o buscador mais popular do planeta e serviços como o Google Earth e o Google Translate. É dono do Orkut, do YouTube e do Gmail. Além de definir o jeito como usamos a rede hoje, o Google ajuda a difundir uma forma de trabalhar alternativa. Seu jeito descontraído e cheio de benefícios para o empregado conquistou o primeiro lugar na pesquisa GPTW nos Estados Unidos (publicada pela revista Fortune) em 2007 e 2008. No ano passado, concorrendo pela primeira vez na pesquisa brasileira, a empresa ficou num ótimo 15º lugar, entre 530 avaliadas. Agora deu um novo salto. Suas práticas chamam a atenção, mas não são coisa do outro mundo. Elas podem, pelo menos em tese, ser aplicadas por qualquer empresa, seja qual for seu tamanho ou setor de atuação. (Ouviram empresários locais? E donos de empresas de comunicação?)
No jeito Google de trabalhar, há uma parte mais famosa e divertida, facilmente visível na onipresença da tecnologia, nos jogos e na decoração juvenil. Pelo laboratório de programas de computador, em Belo Horizonte, e pelo escritório de administração e vendas, em São Paulo, os 200 funcionários podem transitar com seus computadores portáteis (um presente de admissão), conectar-se à internet sem fio e trabalhar sentados em sofás e pufes. Para saber o que ocorrerá numa sala de reunião ao longo do dia, basta ler o código pendurado ao lado da porta usando o smartphone (presente de Natal da empresa). Quem quiser relaxar pode receber uma sessão de massagem, disputar partidas de videogame, pebolim ou pingue-pongue, assistir a DVDs, ler revistas em quadrinhos ou descansar na rede (em quatro visitas ao Google, ÉPOCA não testemunhou nenhum jogo entusiasmado, mas encontrou vários grupos lanchando e uma soneca real). O calendário é cheio de festas – do bigode, do pijama, de Hollywood. Elas servem para comemorar datas especiais ou apenas para que os colegas se encontrem.
Funcionários em reunião de trabalho

Não é uma cultura ótima para todo mundo. Há quem se sinta melhor em ambientes mais regrados. Há quem associe essa cultura a um ideal de adolescentes do sexo masculino. Mas o Google consegue atrair o tipo de profissional que o atrai: jovial, colaborativo, com vida social intensa. Para ele, além do ambiente descontraído, há benefícios de gente grande.
Entre os destaques estão os planos de saúde e odontológico de alto padrão (com cobertura idêntica para todos os funcionários, incluindo os diretores), o auxílio-educação (de R$ 16 mil por ano, sem nenhuma obrigação posterior por parte do funcionário), a licença-paternidade ampliada (de quatro semanas) e o plano de previdência que permite retirada integral do valor acumulado após quatro anos na empresa (incluindo o aporte da empresa, igual ao do funcionário, até o limite de 12% do salário). Há também auxílio para academia e ioga (confira os detalhes no quadro ao lado). Os benefícios constroem um clima de bom humor. Mas há um propósito muito sério por trás disso tudo. “Procuramos pessoas que queiram se desenvolver e com senso de responsabilidade muito forte”, diz Mônica Santos, diretora de Recursos Humanos do Google para a América Latina. A afirmação pode soar deslocada entre salas de reunião com nomes como Bambolê, Atari e Playmobil, bandeiras de times de futebol e bichinhos coloridos nas mesas. Só que ela descreve muito bem as condições para que toda essa mordomia continue à disposição. A empresa pode, sim, deixar que o funcionário defina seus horários – contanto que ele seja rigoroso no cumprimento das tarefas. A empresa pode, sim, compartilhar informação com ele – contanto que ele zele seriamente pelo sigilo, tanto quanto qualquer alto executivo.
Esse relacionamento revela o que os funcionários mais apreciam na companhia, para além dos benefícios e da descontração: a autonomia individual, a circulação livre da informação e a liberdade de comunicação e debate, independentemente de hierarquia. São pontos centrais de uma cultura definida há 12 anos pelos fundadores da companhia, Sergei Brin e Larry Page, então estudantes da Universidade Stanford. Ela é insistentemente difundida entre os mais de 10 mil funcionários que trabalham em 70 escritórios e dezenas de laboratórios do Google espalhados pelo mundo. ÉPOCA conversou com 18 funcionários em São Paulo, Belo Horizonte e Mountain View, na Califórnia, além de diretores, e todos destacaram essa cultura como valiosíssima. “Aqui, é preciso desaprender e aprender a trabalhar de novo”, diz Alexandre Hohagen, diretor-geral para a América Latina. “Importa menos seu cargo e mais sua capacidade de colaborar, convencer, influenciar, organizar uma rede. A hierarquia tem seu valor, mas ele é menor.”
A forma de lidar com as tarefas e os colegas baseada em altas doses de autonomia e de responsabilidade individual ao mesmo tempo não nasceu com o Google. Ela começou a se desenhar nos departamentos de pesquisa de empresas e do governo americano durante a corrida espacial e armamentista. Naquele momento, já se começava a confiar na viabilidade de reunir indivíduos especialmente criativos e inteligentes, dar a eles uma missão clara, metas técnicas difíceis e deixar que, para cumpri-las, eles se organizassem da maneira mais livre possível. A versão Google dessa filosofia chegou ao Brasil em 2005, quando foi aberta a filial nacional.
Partida de ping-pong ao lado do diretor-geral na América Latina, Alexandre Hohagen. A informalidade é uma exigência para todos os coordenadores.
O poder da sedução
Saúde
A companhia oferece reembolsos de R$ 374 por consulta com médico fora do plano de saúde, R$ 145 para participar de grupos de caminhada, R$ 140 para aulas de pilates no escritório e R$ 100 para academia. É possível também fazer sessões de drenagem linfática por R$ 25 e de massagem por R$ 5 a R$ 10. Quem completa 30, 35, 38 e 40 anos ganha checkup grátis.
Tecnologia
Cada funcionário ganha R$ 112 como ajuda de custo para pagar a mensalidade da internet em casa. Ao ser admitido, o novato ganha um notebook da marca que escolher. No trabalho, incentivam-se todas as formas de comunicação, por texto, voz e vídeo. No Natal de 2009, toda a equipe ganhou smartphones equipados com o sistema operacional Android, do Google.
Indicações
O processo de seleção demora dois meses e é rígido. A empresa incentiva cada funcionário a indicar conhecidos. Se ele for contratado, quem fez a recomendação ganha R$ 5 mil. Mais da metade das contratações é feita com base em sugestões da equipe.
Brinquedos
O novato recebe em casa um kit de boas-vindas, com camiseta, boné e autorização para gastar R$ 100 na decoração da baia. Ele tem ainda R$ 250 para gastar na loja virtual da empresa, na compra de blusões, mochilas, cubos mágicos e camisetas.
Festas
O Google é uma empresa festeira. Um Comitê de Cultura e um comitê de diversão se encarregam de propor atividades diversas. Há noites de cinema, festas tradicionais e temáticas (como a Festa do Pijama). Em Belo Horizonte, as sextas-feiras são dias de happy hour dentro da empresa, como é tradição no Google ao redor do mundo. Em São Paulo, a festa ocorre às quintas.
Bônus
O Google tem bons salários fixos, opções de ações e forte cultura de remuneração variável. Além do bônus normal, baseado em metas, ganham-se prêmios por indicação de colegas do mesmo nível (o Peer Bônus, de R$ 200) e por recomendação proposta pelo chefe imediado (o Spot Bônus, de R$ 550 a R$ 28 mil). Há também premiações para os coordenadores e condecorações simbólicas.
E aí? Ficou com vontade de ser um funcionário do Google? Antes, termine de ler a matéria, você precisa saber alguns detalhes. Leia mais aqui: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI164680-16165-2,00-O+JEITO+GOOGLE.html
Depois do Jornalismo e de uma redação de revista ou jornal (com seus prós e contras), os funcionários do Google(sim, o canal de busca que você pelo menos uma vez na vida acessou)trabalham num clima que muita gente clama todos os dias. Conheça como é a rotina de trabalho na maior empresa de busca da Internet, nesta reportagem da revista Época.
Fonte: Revista Época/Fotos: Ricardo Corrêa
Escritório da empresa em São Paulo

Cada funcionário do Google escolhe a melhor hora de chegar ao trabalho. A não ser que tenha algum compromisso agendado, pode organizar o dia como achar melhor. Muitos deles, mesmo assim, tomam café da manhã juntos na empresa, aproveitando a refeição gratuita e caprichada, com pães, frutas, sucos e iogurtes. Depois de satisfeito, cada funcionário começa a trabalhar, em sua mesa ou em qualquer outro lugar da empresa que ache melhor. Ele poderá interromper as atividades ao longo do dia para relaxar com uma partida de videogame ou um lanchinho, sempre gratuito. Quando concluir o que considera importante para o dia, irá embora – na hora que achar melhor. Esse ambiente livre pode até parecer natural e espontâneo, mas não é. Preservá-lo numa empresa produtiva, lucrativa e ambiciosa exige grandes doses de empenho e cuidado. Por esse esforço, o Google foi considerado, em 2010, o melhor lugar para trabalhar no Brasil, segundo a pesquisa anual GPTW (Great Place to Work), publicada com exclusividade por ÉPOCA.
Se você já acessou a internet, conhece o Google. Trata-se da empresa que criou o buscador mais popular do planeta e serviços como o Google Earth e o Google Translate. É dono do Orkut, do YouTube e do Gmail. Além de definir o jeito como usamos a rede hoje, o Google ajuda a difundir uma forma de trabalhar alternativa. Seu jeito descontraído e cheio de benefícios para o empregado conquistou o primeiro lugar na pesquisa GPTW nos Estados Unidos (publicada pela revista Fortune) em 2007 e 2008. No ano passado, concorrendo pela primeira vez na pesquisa brasileira, a empresa ficou num ótimo 15º lugar, entre 530 avaliadas. Agora deu um novo salto. Suas práticas chamam a atenção, mas não são coisa do outro mundo. Elas podem, pelo menos em tese, ser aplicadas por qualquer empresa, seja qual for seu tamanho ou setor de atuação. (Ouviram empresários locais? E donos de empresas de comunicação?)
No jeito Google de trabalhar, há uma parte mais famosa e divertida, facilmente visível na onipresença da tecnologia, nos jogos e na decoração juvenil. Pelo laboratório de programas de computador, em Belo Horizonte, e pelo escritório de administração e vendas, em São Paulo, os 200 funcionários podem transitar com seus computadores portáteis (um presente de admissão), conectar-se à internet sem fio e trabalhar sentados em sofás e pufes. Para saber o que ocorrerá numa sala de reunião ao longo do dia, basta ler o código pendurado ao lado da porta usando o smartphone (presente de Natal da empresa). Quem quiser relaxar pode receber uma sessão de massagem, disputar partidas de videogame, pebolim ou pingue-pongue, assistir a DVDs, ler revistas em quadrinhos ou descansar na rede (em quatro visitas ao Google, ÉPOCA não testemunhou nenhum jogo entusiasmado, mas encontrou vários grupos lanchando e uma soneca real). O calendário é cheio de festas – do bigode, do pijama, de Hollywood. Elas servem para comemorar datas especiais ou apenas para que os colegas se encontrem.
Funcionários em reunião de trabalho

Não é uma cultura ótima para todo mundo. Há quem se sinta melhor em ambientes mais regrados. Há quem associe essa cultura a um ideal de adolescentes do sexo masculino. Mas o Google consegue atrair o tipo de profissional que o atrai: jovial, colaborativo, com vida social intensa. Para ele, além do ambiente descontraído, há benefícios de gente grande.
Entre os destaques estão os planos de saúde e odontológico de alto padrão (com cobertura idêntica para todos os funcionários, incluindo os diretores), o auxílio-educação (de R$ 16 mil por ano, sem nenhuma obrigação posterior por parte do funcionário), a licença-paternidade ampliada (de quatro semanas) e o plano de previdência que permite retirada integral do valor acumulado após quatro anos na empresa (incluindo o aporte da empresa, igual ao do funcionário, até o limite de 12% do salário). Há também auxílio para academia e ioga (confira os detalhes no quadro ao lado). Os benefícios constroem um clima de bom humor. Mas há um propósito muito sério por trás disso tudo. “Procuramos pessoas que queiram se desenvolver e com senso de responsabilidade muito forte”, diz Mônica Santos, diretora de Recursos Humanos do Google para a América Latina. A afirmação pode soar deslocada entre salas de reunião com nomes como Bambolê, Atari e Playmobil, bandeiras de times de futebol e bichinhos coloridos nas mesas. Só que ela descreve muito bem as condições para que toda essa mordomia continue à disposição. A empresa pode, sim, deixar que o funcionário defina seus horários – contanto que ele seja rigoroso no cumprimento das tarefas. A empresa pode, sim, compartilhar informação com ele – contanto que ele zele seriamente pelo sigilo, tanto quanto qualquer alto executivo.
Esse relacionamento revela o que os funcionários mais apreciam na companhia, para além dos benefícios e da descontração: a autonomia individual, a circulação livre da informação e a liberdade de comunicação e debate, independentemente de hierarquia. São pontos centrais de uma cultura definida há 12 anos pelos fundadores da companhia, Sergei Brin e Larry Page, então estudantes da Universidade Stanford. Ela é insistentemente difundida entre os mais de 10 mil funcionários que trabalham em 70 escritórios e dezenas de laboratórios do Google espalhados pelo mundo. ÉPOCA conversou com 18 funcionários em São Paulo, Belo Horizonte e Mountain View, na Califórnia, além de diretores, e todos destacaram essa cultura como valiosíssima. “Aqui, é preciso desaprender e aprender a trabalhar de novo”, diz Alexandre Hohagen, diretor-geral para a América Latina. “Importa menos seu cargo e mais sua capacidade de colaborar, convencer, influenciar, organizar uma rede. A hierarquia tem seu valor, mas ele é menor.”
A forma de lidar com as tarefas e os colegas baseada em altas doses de autonomia e de responsabilidade individual ao mesmo tempo não nasceu com o Google. Ela começou a se desenhar nos departamentos de pesquisa de empresas e do governo americano durante a corrida espacial e armamentista. Naquele momento, já se começava a confiar na viabilidade de reunir indivíduos especialmente criativos e inteligentes, dar a eles uma missão clara, metas técnicas difíceis e deixar que, para cumpri-las, eles se organizassem da maneira mais livre possível. A versão Google dessa filosofia chegou ao Brasil em 2005, quando foi aberta a filial nacional.
Partida de ping-pong ao lado do diretor-geral na América Latina, Alexandre Hohagen. A informalidade é uma exigência para todos os coordenadores.

O poder da sedução
Saúde
A companhia oferece reembolsos de R$ 374 por consulta com médico fora do plano de saúde, R$ 145 para participar de grupos de caminhada, R$ 140 para aulas de pilates no escritório e R$ 100 para academia. É possível também fazer sessões de drenagem linfática por R$ 25 e de massagem por R$ 5 a R$ 10. Quem completa 30, 35, 38 e 40 anos ganha checkup grátis.
Tecnologia
Cada funcionário ganha R$ 112 como ajuda de custo para pagar a mensalidade da internet em casa. Ao ser admitido, o novato ganha um notebook da marca que escolher. No trabalho, incentivam-se todas as formas de comunicação, por texto, voz e vídeo. No Natal de 2009, toda a equipe ganhou smartphones equipados com o sistema operacional Android, do Google.
Indicações
O processo de seleção demora dois meses e é rígido. A empresa incentiva cada funcionário a indicar conhecidos. Se ele for contratado, quem fez a recomendação ganha R$ 5 mil. Mais da metade das contratações é feita com base em sugestões da equipe.
Brinquedos
O novato recebe em casa um kit de boas-vindas, com camiseta, boné e autorização para gastar R$ 100 na decoração da baia. Ele tem ainda R$ 250 para gastar na loja virtual da empresa, na compra de blusões, mochilas, cubos mágicos e camisetas.
Festas
O Google é uma empresa festeira. Um Comitê de Cultura e um comitê de diversão se encarregam de propor atividades diversas. Há noites de cinema, festas tradicionais e temáticas (como a Festa do Pijama). Em Belo Horizonte, as sextas-feiras são dias de happy hour dentro da empresa, como é tradição no Google ao redor do mundo. Em São Paulo, a festa ocorre às quintas.
Bônus
O Google tem bons salários fixos, opções de ações e forte cultura de remuneração variável. Além do bônus normal, baseado em metas, ganham-se prêmios por indicação de colegas do mesmo nível (o Peer Bônus, de R$ 200) e por recomendação proposta pelo chefe imediado (o Spot Bônus, de R$ 550 a R$ 28 mil). Há também premiações para os coordenadores e condecorações simbólicas.
E aí? Ficou com vontade de ser um funcionário do Google? Antes, termine de ler a matéria, você precisa saber alguns detalhes. Leia mais aqui: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI164680-16165-2,00-O+JEITO+GOOGLE.html
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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Arte e política na pauta do Itaú Cultural

A revista Continuum Itaú Cultural quer discurtir em suas páginas o tem ARTE E POLÍTICA. A revista abre espaço para o debate nas seções interativas Deadline e Área Livre. Ela vai receber trabalhos de reportagem ou trabalhos artísticos sobre o assunto para a edição n°28 de outubro-novembro. Os trabalhos selecionados pela equipe da redação da revista serão publicados na edição impressa /ou na revista virtual.
Veja abaixo o resumo de como participar, enviar trabalhos, prazos e características das seções Deadline e Área Livre.
Qualquer tipo de dúvida envie para o e-mail participecontinuum@itaucultural.org.br. Envios de trabalhos também para o mesmo e-mail.
SEÇÃO DEADLINE...seja repórter da Continuum
Esta seção é exclusiva para estudantes de graduação, de todos os cursos e que desejam se exercitar no gênero reportagem. Trata-se de uma ação de incentivo: o estudante deverá enviar um projeto de reportagem de apenas 1400 caracteres (pauta de 01 lauda) com o tema ARTE E POLÍTICA. O estudante do projeto selecionado terá o acompanhamento da redação da revista para concluir a matéria jornalística.
Prêmio de incentivo: o estudante do projeto selecionado terá a sua reportagem editada nas páginas da Revista Continuum nº 28 de outubro-novembro e receberá R$300,00 (trezentos reais). Lembramos que a revista Continuum é de circulação nacional, distribuída gratuitamente pelo próprio Itaú Cultural e recebeu o Prêmio Antonio Bento, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte na categoria Difusão das Artes Visuais na Mídia.
Prazos para a seção Deadline
. Prazo para envio do pojeto (pauta de até 1400 caracteres/01 lauda): até 17 de setembro de 2010.
. Período de seleção: de 17 a 20 de setembro.
. Divulgação do projeto selecionado: 21 de setembro de 2010.
. Período de envio de documetos do selecionado (conforme previsto no regulamento): de 21 a 24 de setembro.
. Data-limite de envio da matéria jornalística concluída: até 30 de setembro de 2010.
IMPORTANTE
- No mesmo e-mail em que o estudante enviar o projeto de até 1400 caracteres, deverá também anexar a ficha de inscrição em arquivos separados no formato .doc (Word).
- No campo assunto do e-mail deverá constar: Regulamento Ação Deadline - Pauta: Arte e Política.
- Antes de enviar o seu projeto acesse a página www.itaucultural.org.br/continuum e leia com atenção o regulamento da ação, a convocatória e ficha de inscrição e saiba mais detalhes sobre esta ação. Dúvidas? envie e-mail para: participecontinuuum@itaucultural.org.br .
Sobre o tema
A pauta geral da revista foi desenvolvida para aprofundar tanto aspectos históricos quanto contemporâneos. Trata-se de uma abordagem das várias expressões artísticas que manifestaram, por meio de obras emblemáticas, preocupações sociais, econômicas, ambientais, religiosas. Seus criadores se notabilizaram por ir além da arte pela arte e por tentar provocar a percepção do público para as várias formas de inserção do ser humano no mundo. Nesse sentido, cabe aos estudantes que desejarem participar da ação Deadline acrescentar à pauta geral contribuições originais, seja por meio de histórias focadas em personagens, seja por meio da apresentação de acontecimentos que ajudem a compreender o significado e a importância da arte com preocupações políticas.
SEÇÃO ÁREA LIVRE [esta seção é aberta a todos, não precisa ser estudante]
Se você não quer saber de escrever matérias, mas deseja colaborar com a revista e mostrar o seu talento artístico com fotos, ilustrações, poemas, outras manifestações artísticas ou mesmo artigos reflexivos, envie para a seção Área Livre. Basta seguir o tema proposto da próxima edição: Arte e Política. Envie seu trabalho para o e-mail participecontinuum@itaucultural.org.br e após análise da redação, seu trabalho será publicado. Se você optar por enviar imagens, salve-as em formato jpg com no mínimo 300 dpi de resolução. Os textos devem ter no máximo 5 mil caracteres.
Prazos para envio de trabalho para a seção Área Livre: até 10 de setembro para a revista impressa e até 10 de novembro para a versão online da revista.
Mais informações no site www.itaucultural.org.br/continuum. Dúvidas? envie e-mail para participecontinuum@itaucultural.org.br.
Participe e boa sorte!
Contato: itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | Tel 11 3881-1710
Fonte: Comunicação Itaú Cultural
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