Yorranna Oliveira

Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vamos dar um 'up' na carreira?

terça-feira, 8 de março de 2011

O incompreensível mercado dos e-books

Por Vicente Escudereo (Digestivo Cultural)

Então você comprou seu Kindle acreditando que a revolução dos livros digitais economizaria seu dinheiro, permitindo que no final do mês o número de livros na sua conta fosse muito maior do que aqueles restos de árvores mortas guardados na estante. Hmm... parece que sua ideia não deu muito certo, não é mesmo? A entrega dos e-books pela rede 3G em breve vai ganhar apenas da FedEx no quesito tempo de entrega, porque os preços dos livros nos dois formatos parecem estar caminhando para um estranho empate, com os bits se igualando ao custo do livro impresso com capista, ilustrador e papel. O minimalismo dos e-books equivale ao custo de produção de um livro?

Não se trata de ser aquele cara chato que sai por aí pechinchando o preço das meias. Esta discussão é importante, pois havia uma expectativa de redução dos preços dos livros e do aumento dos royalties dos autores com o crescimento das vendas de e-books. Difícil de acreditar que o custo do livro de papel, dividido entre a matéria-prima de seu suporte e os detalhes de uma edição caprichada, se equipara aos valores de uma edição digital preto e branco editada num software que cria dezenas de milhares de cópias armazenáveis em um único pen drive. Defensoras desta tese, as editoras alegam que apenas 15% do custo de produção dos livros em papel refere-se ao gasto com seu suporte físico. O restante seria dividido entre o editor, autor, revendedoras, distribuidoras e publicidade. Até o livro chegar à prateleira, muitas mãos trabalharam para produzir seu resultado.

Entre os argumentos para essa equivalência de valores existe o da necessidade de adaptação das versões digitais para os diferentes formatos de sistemas operacionais, como o Android, iOS, Blackberry e o próprio Kindle. Embora já esteja disponível um formato compatível com a maioria dos leitores, exceto o Kindle, chamado EPUB, a distribuição desses arquivos pelas livrarias virtuais é realizada com a utilização da proteção chamada DRM (Digital Rights Management), que é incorporada no e-book e impede sua cópia e utilização em dispositivo diverso daquele em que foi adquirido. Este sistema já é utilizado em arquivos MP3 e AAC e parece que terá vida longa nos e-books enquanto não houver um consenso entre as grandes livrarias, os produtores de readers e o bolso do público.

Existem outros custos específicos das versões digitais que ainda não alcançaram um patamar razoável para estabilizar seu preço final: programação de softwares antipirataria, armazenamento digital e suporte jurídico. Todos esses custos, somados às parcelas do editor e do autor equivaleriam aos gastos de produção do livro de papel, fazendo com que você olhe de cara feia para o preço estampado na internet. Alguns desses valores já estão claros para o leitor. A Amazon divulgou na última ocasião em que aumentou os royalties dos autores independentes que o custo de envio dos livros pela rede 3G, em todo o mundo, não passa de 6 cents por livro, o equivalente a 10 centavos no Brasil. Essas moedas que você deixou cair no carro pagariam um ano do frete virtual do Kindle.

Ainda não dá para morrer de paixão pelo esforço das editoras em distribuir os livros digitais entre tantas dificuldades. Corre por aí o boato sobre o temor do mercado editorial ser forçado a reduzir o preço das edições em papel, sua maior fonte de renda, em caso de queda dos preços das edições digitais. A piada, segundo o escritor Larry Doyle, é que os preços dos e-books não são menores porque as editoras temem desvalorizar a ideia que as pessoas têm sobre os livros. Melhor que isso seja mentira. Enquanto a relação entre autores e editoras vive um momento de transição, envolvendo até processos judiciais sobre os direitos de publicação de edições antigas no formato eletrônico, outros arranjos para a publicação começam a surgir para competir e preocupar o mercado editorial tradicional.

Os maiores competidores das editoras neste novo mercado são a Apple, Amazon e Barnes & Noble. Não surpreende o fato de que cada um deles tenha desenvolvido seu próprio suporte para leitura de e-books com sistemas fechados, já pensando na possibilidade de controlar o mercado utilizado pelo usuário. As editoras também não esperavam que a Amazon e a Apple começariam ocupando o espaço de produção de e-books. Hoje, a margem de lucro que o autor independente encontra para vender seu livro diretamente através da Amazon ou da iBooks está próxima dos 70%, percentual muito acima do oferecido pelas editoras tradicionais que começa a atrair autores de peso.

Talvez a única vantagem das editoras tradicionais sobre este novo sistema de autopublicação seja a presença do editor intermediando a relação entre o leitor e o autor. Entretanto, para aterrorizar ainda mais as editoras, já surgem notícias de agentes literários trabalhando um novo sistema de publicação e divulgação que utiliza as ferramentas oferecidas pela Apple e a Amazon e conta com editores independentes ou vinculados a agentes. No meio dessa tempestade, parece difícil enxergar como será o mercado daqui a cinco anos. Só não dá para ter dúvida de uma coisa: um milhão de livros iguais em papel não custam o mesmo que um milhão de e-books. Dos e-books, só o Kindle e o iPad vêm na caixa, pelo correio...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Voz do Sentimento em nova noite de autógrafos

Foto:Marivaldo Pascoal

A cantora Jeanne Darwich realiza na próxima sexta-feira, 11 de março, nova sessão de autógrafos do CD “Voz do Sentimento”. O evento começa às 18h na Big Bem da Batista Campos e tem entrada franca.

Em fevereiro de 2011, a Estação Saúde recebeu primeira sessão de autógrafos do CD. De acordo com a assessoria de imprensa da cantora, o local teve um grande público e mesmo três depois do início do evento, muitas pessoas ainda chegavam na Estação Saúde procurando pelo CD.

O disco ainda não está à venda no comércio local e a sessões de autógrafos acabam servindo como oportunidades para adquirir a obra de Jeanne Darwich e manter contato direto com a artista. O show de lançamento oficial ainda não tem data confirmada.

Capa do CD "Voz do Sentimento"

As 14 canções reunidas no CD Voz do Sentimento, o segundo de Jeanne, tem o amor como tema. O amor que surge nas mais variadas formas: correspondido, o amor sentimento, o amor em realizar coisas, em diversos estilos musicais - indo do samba- canção à seresta.

“Voz do Sentimento” traz ainda as regravações de dois clássicos da década de 30, "Noite Cheia de Estrelas", de Cândido das Neves, e "Sertaneja", de René Bittencourt, e o samba inédito de Paulo César Pinheiro, "Água de Ouro". O CD estará à venda no local por R$ 25. O evento conta com o patrocínio da Unimed Belém e Sol Informática e apoio cultural da Aliança Francesa de Belém, MC Eventos e Big Ben Batista Campos.


Ouça as faixas do disco:

Som do Norte


Fonte: Assessoria de Imprensa Som do Norte

domingo, 6 de março de 2011

Adere aí!

Foto: Divulgação Rede Globo

Não gostou de saber, assim como eu, que a série da Rede GLobo, "Aline", foi limidada da programação? A versão oficial é a baixa audiência em algumas praças da Rede? Mas, de acordo nota divulgada no blog da jornalista Patrícia Kogut, foi o conservadorismo de uma 'corrente' nos bastidores da Globo que tirou o seriado do ar. E três edições foram engavetadas.

Pois é, o mesmo blog da Patrícia Kogut divulgou a tag da campanha que tá rolando no twitter contra a suspensão da nova temporada do programa. É essa aqui: #ficaaline

Então, adere aí.

OBS.: Ah, no site da série, você confere os vídeos excluvisos exibidos na web, que, claro, não foram ao ar na TV.

Aniversário

Foto: Divulgação

Hoje o escritor Gabriel García Márquez completa 83 anos de vida. São oito décadas de produção literária, de vivência cultural e muitos livros que ele já deve ter lido nesses anos todos. Afinal, a gente aprende desde criança que para escrever bem, só lendo e muito.

E você, caro leitor-internauta, quantos livros já leu na vida. Olha que estou sendo camarada e não perguntei quantos livros você lê por mês. Eu tenho 22 anos e desde que me entendo por gente tenho os olhos grudados em um livro. Eu costumo ler, em épocas preguiçosas três livros por mês, além das obras 'didáticas' do meu curso de Pós-Graduação e dos ebooks da vida. Mas sei que essa não é uma realidade muito comum. Mesmo entre colegas jornalistas, os naturalmente inclinados a ler quase compulsivamente. Enfim. O fato é: lemos pouco. Muito pouco. Isso quando não lemos nada. E se paramos para listar quantas obras de cada autor essencial para a literatura brasileira e universal já paramos pra ler a coisa piora.

Quantos livros do García Marquez você já leu? Se você nunca leu livro algum, ao menos conhece do que tratam as histórias dele?

No aniversário de Gabito quem dá o presente é ele mesmo. Basta você se dirigir à livraria mais próxima e comprar um exemplar. Difícil vai ser escolher. Uma dica: comece do começo.

Obras:
* O enterro do diabo: A revoada (La Hojarasca) (1955)
* Memória dos prazeres
* Relato de um náufrago
* A sesta de terça-feira
* Ninguém escreve ao coronel (1961)
* Os funerais da mamãe grande
* Má hora: o veneno da madrugada
* Cem anos de solidão (1967)
* A última viagem do navio fantasma
* Entre amigos
* A incrível e triste história de Cândida Eréndira e sua avó desalmada
* Um senhor muito velho com umas asas enormes
* Olhos de cão azul
* O outono do Patriarca
* Como contar um conto (1947-1972)
* Crônica de uma morte anunciada (1981)
* Textos do caribe
* Cheiro de goiaba
* O verão feliz da senhora Forbes
* O Amor nos tempos do cólera (1985)
* A aventura de Miguel Littín Clandestino no Chile
* O general em seu labirinto
* Doze contos peregrinos (1992)
* Do amor e outros demônios (1994)
* Notícia de um sequestro
* Obra periodística 1: Textos Andinos
* Obra periodística 3: Da Europa e América
* Viver para contar
* Memória de minhas putas tristes
* Obra Jornalística 5: Crónicas, 1961-1984


Saiba mais:
http://www.releituras.com/ggmarquez_menu.asp

sábado, 5 de março de 2011

Que folia que nada...

Foto: Google

Carnaval pra boa parte dos brasileiros quer dizer festa, festa e festa. Mas pra Yorranna aqui tem tudo a ver com descanso e tempo de sobra para organizar a vida nos dias pós-folia. E vou dizer: é tão bom andar pela cidade, pegar ônibus vazio e não enfrentar engarrafamento. Melhor ainda, parece que a gente ganha mais tempo para ler, ver um filminho, comer porcaria, relaxar e dormir sem a preocupação de ter de acordar com hora marcada. Adoro o Carnaval

Boa folia!!!! Se beber, nada de dirigir, hein?!

terça-feira, 1 de março de 2011

Você sabe o que é Economia Solidária?

Então se liga no vídeo abaixo que achei na biblioteca online do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES).