Yorranna Oliveira
Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Você é um mojo?
Se você nem sabe o que é isso, melhor rever conceitos e posturas, e ler o e-book “Jornalismo 2.0. Como sobreviver e prosperar. Um guia de cultura digital na era da informação”, do jornalista Mark Briggs. Se você não é um iniciado na WEB 2.0, os três primeiros capítulos do livro vão esclarecer suas ideias e apresentar um mundo novo. Agora se já for, não perca tempo e vá direto para o 4° capítulo, que é quando o assunto fica interessante e Mark decide dar o caminho das pedras para transformar você em um verdadeiro jornalista digital.
Voltando ao mojo, foi lendo “Jornalismo 2.0” que descobri esse termo. Mojo é o jornalista móvel, o jornalista “mochileiro”, um profissional esperto que usa a tecnologia a seu favor. Ele é a versão moderna da frase “lugar de repórter é na rua, sujando os sapatos”. O mojo faz tudo isso, mas com Ipod, celular com internet, netbook, câmera que filma e tira fotos. Com a parafernália tecnológica, ele mantém o site, blog, Twitter e demais redes sociais do veículo em que trabalha atualizados constantemente. Ele usa a tecnologia para ir até a notícia e compartilhá-la numa velocidade maior com o público. Ele vira repórter e cinegrafista de TV, ao fazer um pequeno vídeo. Transforma-se em produtor, redator, revisor e editor. Até garoto-propaganda do veículo se precisar.
Mojo significa ser multifuncional. E esse profissional não precisa ser especialista numa atividade especifica, apenas tem que fazer bem várias funções. Mas não confunda: usar a tecnologia e ficar com bunda pregada na cadeira da redação não é ser mojo. A notícia está na rua. O mojo de verdade a encontra mais rápido e a propaga primeiro. Ele vai até lá. Entendeu?
Para baixar o livro, clique no link abaixo: http://knightcenter.utexas.edu/Jornalismo_20.pdf
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Olhares diversos sobre uma história
Achei esse texto no blog Diário de um repórter. Adorei e resolvi compatilhar com vocês.
Diferentes maneiras de contar a mesm história
por Ariane Fonseca
Semana passada, durante a aula de Português na faculdade, a professora trouxe um texto sobre a história da chapeuzinho vermelho contada pela imprensa. Você pode imaginar como este conto que conhecemos desde criancinhas pode ser noticiado nas principais revistas e jornais do Brasil hoje?
O conteúdo me deixou intrigada, pois pude perceber com mais convicção como o olhar do repórter e do veículo de comunicação conduz o leitor/ouvinte/telespectador/internauta a ver somente pelo ponto de vista que ele deseja acentuar.
Abaixo, listei os que eu mais achei interessante. Confira:
JORNAL NACIONAL
(Willian Bonner): Boa noite. Uma menina de sete anos foi devorada por um lobo na noite de ontem.
(Fátima Bernardes): Mas graças à atuação de um caçador não houve uma tragédia.
BRASIL URGENTE
(Datena): Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia para a casa da vovozinha a pé e sozinha! Não tem transporte público? Não tem segurança? Onde estava o secretário de segurança e os engenheiros da CET? E ela ainda foi devorada viva. Sim, viva! Um lobo, um lobo safado, calhorda. Põe na tela esse animal! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo mau. Daqui a pouco eu volto nesse caso.
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar na casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.
MARIE-CLAIRE
Na cama com um lobo e minha avó, relato de quem passou por essa experiência.
ISTOÉ
Gravações revelam que lobo foi assessor de José Dirceu.
REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.
FOLHA DE S. PAULO
Legenda da foto: “Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador”. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
O GLOBO
Petrobras apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.
ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.
AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó
REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: “Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa”
PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
SUPERINTERESSANTE
Lobo mau! mito ou verdade?
DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
A diversidade de veículos de comunicação é importante para que possamos ver um fato por pontos de vista diferentes. Mas até quando a linguagem que eles usam é benéfica para o receptor, que é a parte mais importante do processo comunicacional do jornalismo?
Alguns veículos exploram de tal maneira o fato que este se torna sensacionalista. Ou seja, eles manipulam a informação de modo incompleto ou parcial e apresentam essa informação num formato exagerado ou enganador. A exploração de notícias sensacionalistas em geral resulta em audiência, mas também pode gerar em mais sensacionalismo que de nada acrescenta na vida das pessoas.
E você, o que pensa sobre este assunto?
Diferentes maneiras de contar a mesm história
por Ariane Fonseca
Semana passada, durante a aula de Português na faculdade, a professora trouxe um texto sobre a história da chapeuzinho vermelho contada pela imprensa. Você pode imaginar como este conto que conhecemos desde criancinhas pode ser noticiado nas principais revistas e jornais do Brasil hoje?
O conteúdo me deixou intrigada, pois pude perceber com mais convicção como o olhar do repórter e do veículo de comunicação conduz o leitor/ouvinte/telespectador/internauta a ver somente pelo ponto de vista que ele deseja acentuar.
Abaixo, listei os que eu mais achei interessante. Confira:
JORNAL NACIONAL
(Willian Bonner): Boa noite. Uma menina de sete anos foi devorada por um lobo na noite de ontem.
(Fátima Bernardes): Mas graças à atuação de um caçador não houve uma tragédia.
BRASIL URGENTE
(Datena): Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia para a casa da vovozinha a pé e sozinha! Não tem transporte público? Não tem segurança? Onde estava o secretário de segurança e os engenheiros da CET? E ela ainda foi devorada viva. Sim, viva! Um lobo, um lobo safado, calhorda. Põe na tela esse animal! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo mau. Daqui a pouco eu volto nesse caso.
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar na casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.
MARIE-CLAIRE
Na cama com um lobo e minha avó, relato de quem passou por essa experiência.
ISTOÉ
Gravações revelam que lobo foi assessor de José Dirceu.
REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.
FOLHA DE S. PAULO
Legenda da foto: “Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador”. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
O GLOBO
Petrobras apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.
ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.
AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó
REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: “Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa”
PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
SUPERINTERESSANTE
Lobo mau! mito ou verdade?
DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
A diversidade de veículos de comunicação é importante para que possamos ver um fato por pontos de vista diferentes. Mas até quando a linguagem que eles usam é benéfica para o receptor, que é a parte mais importante do processo comunicacional do jornalismo?
Alguns veículos exploram de tal maneira o fato que este se torna sensacionalista. Ou seja, eles manipulam a informação de modo incompleto ou parcial e apresentam essa informação num formato exagerado ou enganador. A exploração de notícias sensacionalistas em geral resulta em audiência, mas também pode gerar em mais sensacionalismo que de nada acrescenta na vida das pessoas.
E você, o que pensa sobre este assunto?
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Jornalismo Literário
Fonte:Digestivo Cultural
São Paulo - Direcionado ao público jovem, professores, profissionais em começo de carreira e interessados em geral, Jornalismo Literário Para Iniciantes, de Edvaldo Pereira Lima, chega ao mercado editorial como um cartão de visitas dessa modalidade jornalística que empolga autores, cativa leitores, apaixona pessoas de todas as latitudes.
"Tem gente que pensa que jornalismo literário é coisa exclusiva de americanos, ou da época do new journalism de Tom Wolfe, Gay Talese, Hunter Thompson e Truman Capote", comenta o autor, professor da Universidade de São Paulo - USP -, cofundador e dirigente da Academia Brasileira de Jornalismo Literário - www.abjl.org.br -, ABJL.
"Na verdade, porém, existe há muito tempo. E em várias partes do mundo. No Brasil, deu os primeiros sinais de vida com Euclides da Cunha e João do Rio", continua. "Passou pela fase excepcional da famosa revista Realidade. Tem em Eliane Brum uma notável autora da atualidade. Desponta em iniciativas recentes como a série Perfil no jornal Gazeta do Povo de Curitiba. Marca presença contínua na revista eletrônica Texto Vivo - www.textovivo.com.br -, em TCCs - Trabalhos de Conclusão de Curso - e em livros-reportagem. Segue como tradição fascinante da arte de se contar histórias da vida real, crescentemente descoberto pelas novas gerações, adaptável aos desafios do século XXI e às novas tecnologias de comunicação", destaca.
Publicado pelo inovador sistema editorial Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br-, o livro é acessado por esse site ou diretamente pelo link http://www.clubedeautores.com.br/book/35300--Jornalismo_Literario_Para_Iniciantes -, encomendado, impresso e enviado por Sedex.
O livro também pode ser retirado em unidades selecionadas da AlphaGraphics - http://www.alphagraphics.com.br - em São Paulo e no Rio de Janeiro. Há várias formas de pagamento, inclusive parcelamento.
É também do mesmo autor o clássico Páginas Ampliadas: O Livro-Reportagem Como Extensão do Jornalismo e da Literatura (São Paulo: Manole, 2009, quarta edição), obra de referência teórica sobre jornalismo literário. O novo livro, Jornalismo Literário Para Iniciantes, serve-lhe de introdução, trazendo conteúdos inéditos, exemplos históricos e atuais, questões instigantes, numa linguagem e tom apropriados ao público jovem.
"Também chamado de jornalismo narrativo, literatura da realidade e literatura criativa de não ficção, o jornalismo literário ultrapassa o campo de interesse exclusivamente jornalístico", comenta o autor. "É assunto potencialmente relevante para Letras, História, Ciências Sociais, Psicologia Social, Educação e outras áreas do conhecimento", complementa. "Tampouco limita-se ao nível superior, podendo ser trabalhado igualmente no ensino médio", enfatiza.
Serviço
Jornalismo Literário Para Iniciantes, de Edvaldo Pereira Lima.
Sistema Editorial Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br - e link direto http://www.clubedeautores.com.br/book/35300--Jornalismo_Literario_Para_Iniciantes
Páginas: 148
Valor: R$43,27
São Paulo - Direcionado ao público jovem, professores, profissionais em começo de carreira e interessados em geral, Jornalismo Literário Para Iniciantes, de Edvaldo Pereira Lima, chega ao mercado editorial como um cartão de visitas dessa modalidade jornalística que empolga autores, cativa leitores, apaixona pessoas de todas as latitudes.
"Tem gente que pensa que jornalismo literário é coisa exclusiva de americanos, ou da época do new journalism de Tom Wolfe, Gay Talese, Hunter Thompson e Truman Capote", comenta o autor, professor da Universidade de São Paulo - USP -, cofundador e dirigente da Academia Brasileira de Jornalismo Literário - www.abjl.org.br -, ABJL.
"Na verdade, porém, existe há muito tempo. E em várias partes do mundo. No Brasil, deu os primeiros sinais de vida com Euclides da Cunha e João do Rio", continua. "Passou pela fase excepcional da famosa revista Realidade. Tem em Eliane Brum uma notável autora da atualidade. Desponta em iniciativas recentes como a série Perfil no jornal Gazeta do Povo de Curitiba. Marca presença contínua na revista eletrônica Texto Vivo - www.textovivo.com.br -, em TCCs - Trabalhos de Conclusão de Curso - e em livros-reportagem. Segue como tradição fascinante da arte de se contar histórias da vida real, crescentemente descoberto pelas novas gerações, adaptável aos desafios do século XXI e às novas tecnologias de comunicação", destaca.
Publicado pelo inovador sistema editorial Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br-, o livro é acessado por esse site ou diretamente pelo link http://www.clubedeautores.com.br/book/35300--Jornalismo_Literario_Para_Iniciantes -, encomendado, impresso e enviado por Sedex.
O livro também pode ser retirado em unidades selecionadas da AlphaGraphics - http://www.alphagraphics.com.br - em São Paulo e no Rio de Janeiro. Há várias formas de pagamento, inclusive parcelamento.
É também do mesmo autor o clássico Páginas Ampliadas: O Livro-Reportagem Como Extensão do Jornalismo e da Literatura (São Paulo: Manole, 2009, quarta edição), obra de referência teórica sobre jornalismo literário. O novo livro, Jornalismo Literário Para Iniciantes, serve-lhe de introdução, trazendo conteúdos inéditos, exemplos históricos e atuais, questões instigantes, numa linguagem e tom apropriados ao público jovem.
"Também chamado de jornalismo narrativo, literatura da realidade e literatura criativa de não ficção, o jornalismo literário ultrapassa o campo de interesse exclusivamente jornalístico", comenta o autor. "É assunto potencialmente relevante para Letras, História, Ciências Sociais, Psicologia Social, Educação e outras áreas do conhecimento", complementa. "Tampouco limita-se ao nível superior, podendo ser trabalhado igualmente no ensino médio", enfatiza.
Serviço
Jornalismo Literário Para Iniciantes, de Edvaldo Pereira Lima.
Sistema Editorial Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br - e link direto http://www.clubedeautores.com.br/book/35300--Jornalismo_Literario_Para_Iniciantes
Páginas: 148
Valor: R$43,27
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livros
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Estágio
Segundo nota publicada na coluna Pará News, do jornalista Cristian Emanoel, no Portal ORM, o SBT está recebendo currículos para o processo de seleção de estudantes de jornalismo, a partir do 5° semestre, para estágio na emissora. Currículos devem ser enviados para jornalsbtpara@sbt.com.br, aos cuidados da chefe de reportagem, Fabiana Cabral.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Vida na Resex Verde Para Sempre*
Coluna - Diário de Bordo
Fotos: Talmir Neto e Yorranna Oliveira
Na comunidade Carmelino, às margens do rio Jauruçu..JPG)
O rádio é a principal forma de comunicação dentro da Resex. Mas é possível encontrar em algumas comunidades, como no Carmelino, telefone público. Lá, ele funciona via satélite e por energia solar. E dependendo do local que estivermos na comunidade, sinal de celular também pega.
.JPG)
Esse dedo deve estar gostoso.JPG)
Se todos os homens ficassem felizes assim...
.JPG)
Aderildo, o diretor. Será que ele está pensando na mala com roupas, celular e documentos que perdeu no nosso naufrágio?.JPG)
Na casa de seu Carmona, referência comunitária em Carmelino.

Observando as expressões dos moradores de Carmelino durante a apresentação do programa de rádio da Embrapa, o Prosa Rural.
.JPG)
Desce daí, menina!!!

*A Resex está localizada no município paraense de Porto de Moz, na região do Baixo Amazonas, no encontro das águas dos rios Amazonas e Xingu. A Reserva foi criada em 2004 e ocupa 74% do território de Porto de Moz, e divide-se em 58 comunidades, espalhadas por 31 localidades.
Fotos: Talmir Neto e Yorranna Oliveira
Na comunidade Carmelino, às margens do rio Jauruçu.
O rádio é a principal forma de comunicação dentro da Resex. Mas é possível encontrar em algumas comunidades, como no Carmelino, telefone público. Lá, ele funciona via satélite e por energia solar. E dependendo do local que estivermos na comunidade, sinal de celular também pega.
Esse dedo deve estar gostoso
Se todos os homens ficassem felizes assim...
Aderildo, o diretor. Será que ele está pensando na mala com roupas, celular e documentos que perdeu no nosso naufrágio?
Na casa de seu Carmona, referência comunitária em Carmelino.
Observando as expressões dos moradores de Carmelino durante a apresentação do programa de rádio da Embrapa, o Prosa Rural.
Desce daí, menina!!!
*A Resex está localizada no município paraense de Porto de Moz, na região do Baixo Amazonas, no encontro das águas dos rios Amazonas e Xingu. A Reserva foi criada em 2004 e ocupa 74% do território de Porto de Moz, e divide-se em 58 comunidades, espalhadas por 31 localidades.
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Lendo....

Coluna - Páginas pra devorar
O livro que, agora, frequenta minha cabeceira virtual é "Novos Jornalistas: para entender o jornalismo de hoje". Disponível pra download no Overmundo. Quando eu concluir a leitura, comento aqui. Mas se você foi fisgado pela capa do título, já pode mergulhar no conteúdo. Boa leitura!
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