Hora do Planeta no Brasil:
Até o momento, 35 cidades, incluindo 8 capitais, formalizaram a adesão à Hora do Planeta 2011. A maior parte delas também participa pela terceira vez. Outras 17 prefeituras encontram-se já na fase final de entrega do documento, que traz a indicação de quais monumentos serão apagados. As outras sete capitais que aderiram são Aracaju (SE), Goiânia (GO), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Rio Branco (AC) e Campo Grande (MS).
A Frente Nacional de Prefeitos (FNP), representando 400 municípios, é parceira da Hora do Planeta no Brasil neste ano.
Hora do Planeta no mundo:
A cinco dias da Hora do Planeta, o movimento global já bateu o recorde de participações do ano passado. Em 2011, 131 países e territórios ao redor do mundo irão apagar as luzes de seus monumentos ícones e espaços públicos celebrando a ação pela conservação do planeta.
Já são cerca de 3.800 cidades, em 131 países, sendo 26 megacidades, entre as quais, Délhi, Mumbai, Buenos Aires, Moscou, Teerã, Istambul, Londres e Rio de Janeiro. Os sete continentes e todos os países que compõem o G-20 também estão representados.
Representantes de prefeituras podem aderir oficialmente o município enviando e-mail para: cidades@wwf.org.br.
"As luzes apagadas dos monumentos da maior cidade do país são uma forma muito especial de chamar a atenção de cerca de 11 milhões de pessoas para a importância de se agir pela conservação do planeta", afirmou Regina Cavini, superintendente de Desenvolvimento Organizacional do WWF-Brasil e diretora geral da Hora do Planeta.
26 de março de 2011, de 20h30 às 21h30, apague as luzes para ver um mundo melhor. Cadastre-se no hotsite Hora do Planeta 2011: www.horadoplaneta.org.br
Sobre o WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Hora do Planeta
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF sobre mudanças climáticas. No sábado, dia 26 de março de 2011, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, 2 milhões de pessoas desligaram as luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes. Em 2010, o movimento atingiu 4.200 cidades em 125 países.
Assista o vídeo da campanha para o apagar das luzes do Hora do Planeta, da WWF:
Yorranna Oliveira
Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!
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segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 29 de agosto de 2010
Autenticidade à flor da pele ou uma farsa construída dos pés à cabeça pela indústria musical?
É mais ou menos isso que a revista Veja tenta descobrir e responder nas linhas que você vai ler a seguir. Leia e tire suas próprias conclusões.
Fonte: Redação Veja On Line
Milhões de pessoas assistem a seus videoclipes, outro tanto imita suas roupas, milhares de vezes as suas músicas são executadas nas rádios do mundo inteiro. Uma declaração polêmica por semana, uma aparição chamativa por dia. O mundo de Lady Gaga, 24, é uma hipérbole que desperta amor e ódio. VEJA.com listou os motivos que fazem de Gaga a artista mais importante do cenário pop atual e o que faz dela um produto sustentado em autopromoção calculada em que imagem vale mais do que talento.
Na capa de uma das maiores revistas sobre música do mundo
1. Hitmaker x Dança mal
- Além de estourar nas paradas com canções grudentas e dançantes como Poker Face, Bad Romance e Alejandro, Gaga já compôs hits para Britney Spears e o grupo Pussycat Dolls.
- Passa longe de ser uma exímia dançarina e não consegue imprimir uma marca pessoal nas coreografias, como é o caso de Beyoncé em Single Ladies e Britney em Oops... I didn’t again!.
2. Dita moda x Gaga é puro marketing
- Queridinha de grandes estilistas como Alexander McQueen, Thierry Mugler e Giorgio Armani, dita moda nos trajes e nas maquiagens extravagantes e influencia seus fãs, que repetem o seu estilo.
- Assumiu que era bissexual numa entrevista à Rolling Stone e noutra disse que era hermafrodita. Demorou duas semanas para desmentir o boato de que tinha dois órgãos sexuais. Enquanto isso, ganhou manchetes e mais manchetes sobre o assunto, alimentando o seu nome na imprensa: marqueteira de mão cheia.
3. Revolucionou o videoclipe x Dissimulada
- Desde Michael Jackson, nos anos 1980, nenhum artista teve videoclipes tão repercutidos e bem trabalhados como os de Poker Face e Bad Romance. Além de Telephone, um dueto com Beyoncé, que bateu a marca de 20 milhões de visitas no Youtube em uma semana.
- “I love my fans” (eu amo meus fãs) é a frase mais repetida por Lady Gaga sobre qualquer assunto. Compôs um hit? Foi pelos fãs. Ditou moda? Também pelos fãs. Fãs que no fim das contas parecem mais massa de manobra da cantora, indo para onde ela aponta.
4. Ela se entrega x Superexposta
- Assume que usou drogas, que é bissexual, que tem uma doença grave (lúpus). Abre o livro de sua vida sem medo, deixa que os fãs se aproximem e conheçam de onde ela veio e como vive. Uma artista que não deixa o show parar e vai aonde o povo está sem medo de manchar a imagem pela androginia.
- Nos jornais, nas revistas, nas TVs, nas rádios, na internet. Onde quer que você esteja, lá estará Lady Gaga declarando algo polêmico, com alguma roupa estranha, lançando algum single grudento. Chega. Fora. Basta.
5. Ousada x Sem originalidade
- Numa época em que cantoras aparecem mais pelos escândalos que protagonizam fora dos palcos, Lady Gaga ousa pela dedicação à carreira, ao estilo que impõe com as roupas que usa, tudo meticulosamente criado para chamar atenção pela sensualidade ou pela atitude.
- Lady Gaga é fashion, ousada, tem grandes hits, faz declarações polêmicas e se expõe como ninguém. Todavia, já houve uma Madonna que fez tudo isso muito antes, chocando muito mais e com uma carreira sólida também pela música que produz, não só pelos factoides que cria. Veja, por exemplo, o clipe de Alejandro, cópia deslavada de todas as referências que Madonna imprimiu ao longo da carreira: polêmica religiosa, sadomasoquismo e elementos militares.
Fonte: Redação Veja On Line
Milhões de pessoas assistem a seus videoclipes, outro tanto imita suas roupas, milhares de vezes as suas músicas são executadas nas rádios do mundo inteiro. Uma declaração polêmica por semana, uma aparição chamativa por dia. O mundo de Lady Gaga, 24, é uma hipérbole que desperta amor e ódio. VEJA.com listou os motivos que fazem de Gaga a artista mais importante do cenário pop atual e o que faz dela um produto sustentado em autopromoção calculada em que imagem vale mais do que talento.
Na capa de uma das maiores revistas sobre música do mundo1. Hitmaker x Dança mal
- Além de estourar nas paradas com canções grudentas e dançantes como Poker Face, Bad Romance e Alejandro, Gaga já compôs hits para Britney Spears e o grupo Pussycat Dolls.
- Passa longe de ser uma exímia dançarina e não consegue imprimir uma marca pessoal nas coreografias, como é o caso de Beyoncé em Single Ladies e Britney em Oops... I didn’t again!.
2. Dita moda x Gaga é puro marketing
- Queridinha de grandes estilistas como Alexander McQueen, Thierry Mugler e Giorgio Armani, dita moda nos trajes e nas maquiagens extravagantes e influencia seus fãs, que repetem o seu estilo.
- Assumiu que era bissexual numa entrevista à Rolling Stone e noutra disse que era hermafrodita. Demorou duas semanas para desmentir o boato de que tinha dois órgãos sexuais. Enquanto isso, ganhou manchetes e mais manchetes sobre o assunto, alimentando o seu nome na imprensa: marqueteira de mão cheia.
3. Revolucionou o videoclipe x Dissimulada
- Desde Michael Jackson, nos anos 1980, nenhum artista teve videoclipes tão repercutidos e bem trabalhados como os de Poker Face e Bad Romance. Além de Telephone, um dueto com Beyoncé, que bateu a marca de 20 milhões de visitas no Youtube em uma semana.
- “I love my fans” (eu amo meus fãs) é a frase mais repetida por Lady Gaga sobre qualquer assunto. Compôs um hit? Foi pelos fãs. Ditou moda? Também pelos fãs. Fãs que no fim das contas parecem mais massa de manobra da cantora, indo para onde ela aponta.
4. Ela se entrega x Superexposta
- Assume que usou drogas, que é bissexual, que tem uma doença grave (lúpus). Abre o livro de sua vida sem medo, deixa que os fãs se aproximem e conheçam de onde ela veio e como vive. Uma artista que não deixa o show parar e vai aonde o povo está sem medo de manchar a imagem pela androginia.
- Nos jornais, nas revistas, nas TVs, nas rádios, na internet. Onde quer que você esteja, lá estará Lady Gaga declarando algo polêmico, com alguma roupa estranha, lançando algum single grudento. Chega. Fora. Basta.
5. Ousada x Sem originalidade
- Numa época em que cantoras aparecem mais pelos escândalos que protagonizam fora dos palcos, Lady Gaga ousa pela dedicação à carreira, ao estilo que impõe com as roupas que usa, tudo meticulosamente criado para chamar atenção pela sensualidade ou pela atitude.
- Lady Gaga é fashion, ousada, tem grandes hits, faz declarações polêmicas e se expõe como ninguém. Todavia, já houve uma Madonna que fez tudo isso muito antes, chocando muito mais e com uma carreira sólida também pela música que produz, não só pelos factoides que cria. Veja, por exemplo, o clipe de Alejandro, cópia deslavada de todas as referências que Madonna imprimiu ao longo da carreira: polêmica religiosa, sadomasoquismo e elementos militares.
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