Ao receber o livro "O Amigo Bené - fazedor de rumos", organizado pela professora de Literatura da UFPA, Lilia Silvestre Chaves, comecei a viver um outro tipo de relação com os livros(muito influenciada pela leitura de um livro em particular, do qual não falarei ainda aqui), a das obras lidas no final de semana. Nesses períodos de "descanso" estamos mais propensos a ler de forma despretensiosa, sem compromisso e sem estresse. Não precisamos escolher entre trabalho, leitura ou me diversão. Tenho feito os três, porque pra mim, eles acabam se completando. Ler é divertido (e já foi torturante quando eu odiava o material e insistia em ir até o fim).
"Bené" a partir deste final de semana faz parte dessa nova modalidade de leitura que inaugurei no meu cotidiano. Na leitura de final de semana dedico parte do meu tempo 'tempo livre' à ler livros mais "encorpados" no número de páginas, aqueles que a gente não pode transformar em leitura de ônibus, porque são grandes demais pra levar na bolsa e acabam pesando. As minhas costas sempre vão agradecer essa iniciativa.
E tem sido uma leitura gostosa, mesmo com uma ou outra derrapada na escolha, por exemplo, da forma de contar a passagem do filósofo e crítico literário por nosso tempo. Como ele viveu e produziu muito, a organizadora colocou em forma cronológica mesmo, desde o nascimento até morte dele. Em cada data, há notinhas sobre o que ocorreu de importante naquele momento. Ajuda a não se perder no desenrolar da existência de "Bené". Mas chateia e dá vontade de virar a página e partir para a próxima. O problema é que desperta curiosidade também. Você quer saber o que aconteceu naquele ele ou no outro, como foi isso ou aquilo. E Lilia Silvestre apresenta momentos particularmente belos para o leitor mais atento, quando ela resume a morte de Nunes em fevereiro de 2011:
"Em 27 de fevereiro, Benedito Nunes não resistiu às complicações advindas de uma úlcera. Suas cinzas foram depositadas no jardim de sua, e sobre elas plantou-se um filho de sua roseira favorita.
A primeira rosa, vermelha, floresceu dois dias depois."
Entende o que eu digo? A partir daí, o livro é todo costurado por cartas, poemas, lembranças e memórias escritas por amigos, alunos e pessoas próximas ao filósofo...Ainda não cheguei nessa parte e não tenho pressa alguma para terminar o título. Quero ler aos poucos, para escrever sobre. Por isso esse texto não é exatamente sobre o livro. É apenas uma forma de restabelecer contato com este espaço, um tanto abandonado pela rotina de trabalho e dedicação às prioridades da minha vida. Ler é uma delas. Não tenho data ou prazo para acabar "O Amigo Bené - fazedor de rumos". Tenho a impressão que esse é o tipo de leitura que precisa ser lida aos poucos, devagar, com carinho, que desabrocha a cada virada de página dos finais de semana e vai florescendo aos poucos, assim como as flores.
Yorranna Oliveira
Achei a imagem aí de cima pesquisando no Google. E ela define perfeitamente um pouco do que eu sou e da proposta do blog: tem de tudo um pouco, e um pouco de quase tudo o que gosto. Aqui você vai encontrar sempre um papo sobre música, cinema, comunicação, literatura, jornalismo, meio ambiente, tecnologia e qualquer outra coisa capaz de me despertar algo e a vontade de compartilhar com vocês. Entrem e divirtam-se!
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domingo, 8 de janeiro de 2012
domingo, 28 de agosto de 2011
Vida de repórter
O destino pode ser um garimpo nos confins da Amazônia, uma comunidade ribeirinha na ilha do outro lado do rio. Um casarão centenário que sobrevive ao tempo e à pressa da metrópole; ou o último manicômio paraense, cujos hóspedes, a família e o mundo preferiram esquecer. Não importa o lugar, se há boas histórias é pra lá que o repórter Ismael Machado vai, para ouvi-las e depois nos contar. É o que ele faz no livro “Sujando os sapatos: o caminho diário da reportagem”, lançado este mês no Instituto de Artes do Pará (IAP).
“Sujando os sapatos” traz 19 matérias feitas por Machado ao longo de três anos para o jornal ‘Diário do Pará’, e, selecionadas com a ajuda de amigos para compor a coletânea. São reportagens sobre gente comum. Anônima. Gente que quase sempre ninguém vê. São matérias que mostram uma constante busca do repórter pelo lado mais humano do Jornalismo. Reunidos em livro, os textos representam um momento específico das duas décadas de Ismael na profissão.
“A ideia surgiu há tempos recentes. Comecei a ler livros semelhantes e perceber que, de certa forma, possuía material para algo desse tipo. O fato de começar a lecionar Jornalismo também influenciou nisso. Acho que é o momento ideal também de prestar contas comigo mesmo sobre o que fiz. Essa é uma maneira de pensar. A outra é que o trabalho no Diário foi um dos mais inspiradores que fiz. Um dos que mais me satisfizeram”, diz.
Além de apresentar textos que fogem ao jeito burocrático e sem vida de escrever, o livro convida o leitor por uma viagem pelo que o jornalista Ricardo Kotscho, autor do prefácio da obra, define como “Amazônia profunda”. A diferença é que quem narra cada história é alguém da própria Amazônia. Ismael não sabe bem o significado de ser um repórter da Amazônia, nem como isso influencia a forma como escreve. Mas acredita que seu trabalho se tornou o avesso dos estereótipos concebidos sobre a região.
“Já li de repórteres que não são daqui escrevendo sobre a Amazônia. A terra exótica e sem lei. A floresta. Essas coisas. Vivi isso quando fui correspondente do Globo. Sei mais ou menos o que se espera de reportagens daqui. O problema é que nós mesmos não assumimos esse protagonismo de contar a nossa história”, opina.
Repórter tem de sujar os sapatos
O título do livro é uma referência à frase do jornalista Ricardo Kotscho, profissional que Ismael admira e compartilha ideias sobre o Jornalismo. Para Machado, repórter precisa ir para rua e sujar os sapatos, porque é na rua que a vida acontece.
“O Kotscho é um dos grandes repórteres da história do Brasil. Tem uma visão humanista do mundo que me agrada bastante e uma humildade como repórter que é fundamental nesse ofício. Eu o conheci numa reportagem sobre a busca de ossadas de guerrilheiros no sudeste do Pará. Éramos os dois únicos repórteres que tiveram a curiosidade e a paciência de ir com as equipes de busca. Os outros aguardavam numa tenda montada pelo exército longe dali. E ele elogiou minha postura, o que pra mim foi o maior dos elogios”, recorda.
Mas esse turismólogo de formação, professor universitário, e jornalista por vocação se recusa a ser exemplo. “Cada um tem o exemplo que lhe cabe. Não sou um bom repórter investigativo, não sou um repórter de furos, denúncias, não sou repórter político, não sou repórter influente, não tenho grife. Então, se for pensar por esses termos, acho que não sou um bom exemplo. Isso é por conta de cada um. Minha jornalista preferida se chama Ana Maria Bahiana. É jornalista cultural, referência para gerações inteiras. Mas...qual o grande furo dela?”, questiona.
Jornalista “sem grife”, Ismael sempre teve uma atração maior pelos personagens à margem. Mesmo que, para chegar até eles, o repórter precise percorrer caminhos onde a rua pode deixar de ser de asfalto e se transforme em terra batida, estrada esburacada ou até mesmo um rio. “Gosto de viajar. Por rios, por estrada. Gosto de conhecer comunidades distantes, diferentes. Gosto de me embrenhar no mato”, diz. E o jornalista ainda pretende continuar se embrenhando.
“Acho que gostaria de fazer dois tipos de matérias. Uma que fosse sobre a Transamazônica. Não seria inédita, mas me agradaria muito cruzá-la. E outra seria pegar um barco e ir entrando em furos de rios, conhecendo moradores desses locais. Fiz algo assim com o rio Guamá, que está nesse livro”, adianta.
De todas as histórias que integram “Sujando os sapatos”, a que, talvez, Machado mais goste, reafirma esse jeito de quem se preocupa apenas em contar histórias. “Acho que a matéria que abre o livro, a das irmãs do casarão antigo, me dá uma satisfação maior. Talvez nem seja grande jornalismo, mas é algo que me dá um retorno pessoal imenso. Valeu por tudo o que fiz na vida jornalística”, afirma.
Em “Sujando os sapatos”, Ismael Machado comenta os bastidores de cada matéria, com impressões e detalhes sobre como a pauta surgiu até chegar às mãos dos leitores. É um livro tanto para estudantes de Jornalismo como para qualquer pessoa que goste de boas histórias.
Sobre o autor – Ismael Machado é jornalista e professor de Jornalismo na Faculdade de Estudos Avançados do Pará (Feapa). Em 1997, publicou de forma independente o livro de contos “Vapor Barato – O amor em tempos de Aids”. Em 2004, o jornalista, apaixonado por música, lançou “Decibéis sob mangueiras: Belém no cenário rock Brasil dos anos 80”.
Serviço:
Livro “Sujando os sapatos: o caminho diário da reportagem”, de Ismael Machado.
Valor do livro: 35 reais
Informações: (91) 8716-5807
Onde comprar:
Editora Paka-Tatu: Travessa 14 de Março, esquina com a Rua Oliveira Belo.
Loja Ná Figueredo (Estação das Docas).
Revistaria do Renato (Yamada Plaza).
Revistaria Paraense (Líder Doca).
Revistaria do Fábio( Serzedelo Correa com Brás de Aguiar).
Banca do Alvino (Praça da República).
Fox Vídeo(Dr. Moraes).
Sindicato do Jornalistas - Seção Pará (Sinjor - PA).
Livraria Humanitás -(UFPA).
Fábrika Estúdio.
“Sujando os sapatos” traz 19 matérias feitas por Machado ao longo de três anos para o jornal ‘Diário do Pará’, e, selecionadas com a ajuda de amigos para compor a coletânea. São reportagens sobre gente comum. Anônima. Gente que quase sempre ninguém vê. São matérias que mostram uma constante busca do repórter pelo lado mais humano do Jornalismo. Reunidos em livro, os textos representam um momento específico das duas décadas de Ismael na profissão.
“A ideia surgiu há tempos recentes. Comecei a ler livros semelhantes e perceber que, de certa forma, possuía material para algo desse tipo. O fato de começar a lecionar Jornalismo também influenciou nisso. Acho que é o momento ideal também de prestar contas comigo mesmo sobre o que fiz. Essa é uma maneira de pensar. A outra é que o trabalho no Diário foi um dos mais inspiradores que fiz. Um dos que mais me satisfizeram”, diz.
Além de apresentar textos que fogem ao jeito burocrático e sem vida de escrever, o livro convida o leitor por uma viagem pelo que o jornalista Ricardo Kotscho, autor do prefácio da obra, define como “Amazônia profunda”. A diferença é que quem narra cada história é alguém da própria Amazônia. Ismael não sabe bem o significado de ser um repórter da Amazônia, nem como isso influencia a forma como escreve. Mas acredita que seu trabalho se tornou o avesso dos estereótipos concebidos sobre a região.
“Já li de repórteres que não são daqui escrevendo sobre a Amazônia. A terra exótica e sem lei. A floresta. Essas coisas. Vivi isso quando fui correspondente do Globo. Sei mais ou menos o que se espera de reportagens daqui. O problema é que nós mesmos não assumimos esse protagonismo de contar a nossa história”, opina.
Repórter tem de sujar os sapatos
O título do livro é uma referência à frase do jornalista Ricardo Kotscho, profissional que Ismael admira e compartilha ideias sobre o Jornalismo. Para Machado, repórter precisa ir para rua e sujar os sapatos, porque é na rua que a vida acontece.
“O Kotscho é um dos grandes repórteres da história do Brasil. Tem uma visão humanista do mundo que me agrada bastante e uma humildade como repórter que é fundamental nesse ofício. Eu o conheci numa reportagem sobre a busca de ossadas de guerrilheiros no sudeste do Pará. Éramos os dois únicos repórteres que tiveram a curiosidade e a paciência de ir com as equipes de busca. Os outros aguardavam numa tenda montada pelo exército longe dali. E ele elogiou minha postura, o que pra mim foi o maior dos elogios”, recorda.
Mas esse turismólogo de formação, professor universitário, e jornalista por vocação se recusa a ser exemplo. “Cada um tem o exemplo que lhe cabe. Não sou um bom repórter investigativo, não sou um repórter de furos, denúncias, não sou repórter político, não sou repórter influente, não tenho grife. Então, se for pensar por esses termos, acho que não sou um bom exemplo. Isso é por conta de cada um. Minha jornalista preferida se chama Ana Maria Bahiana. É jornalista cultural, referência para gerações inteiras. Mas...qual o grande furo dela?”, questiona.
Jornalista “sem grife”, Ismael sempre teve uma atração maior pelos personagens à margem. Mesmo que, para chegar até eles, o repórter precise percorrer caminhos onde a rua pode deixar de ser de asfalto e se transforme em terra batida, estrada esburacada ou até mesmo um rio. “Gosto de viajar. Por rios, por estrada. Gosto de conhecer comunidades distantes, diferentes. Gosto de me embrenhar no mato”, diz. E o jornalista ainda pretende continuar se embrenhando.
“Acho que gostaria de fazer dois tipos de matérias. Uma que fosse sobre a Transamazônica. Não seria inédita, mas me agradaria muito cruzá-la. E outra seria pegar um barco e ir entrando em furos de rios, conhecendo moradores desses locais. Fiz algo assim com o rio Guamá, que está nesse livro”, adianta.
De todas as histórias que integram “Sujando os sapatos”, a que, talvez, Machado mais goste, reafirma esse jeito de quem se preocupa apenas em contar histórias. “Acho que a matéria que abre o livro, a das irmãs do casarão antigo, me dá uma satisfação maior. Talvez nem seja grande jornalismo, mas é algo que me dá um retorno pessoal imenso. Valeu por tudo o que fiz na vida jornalística”, afirma.
Em “Sujando os sapatos”, Ismael Machado comenta os bastidores de cada matéria, com impressões e detalhes sobre como a pauta surgiu até chegar às mãos dos leitores. É um livro tanto para estudantes de Jornalismo como para qualquer pessoa que goste de boas histórias.
Sobre o autor – Ismael Machado é jornalista e professor de Jornalismo na Faculdade de Estudos Avançados do Pará (Feapa). Em 1997, publicou de forma independente o livro de contos “Vapor Barato – O amor em tempos de Aids”. Em 2004, o jornalista, apaixonado por música, lançou “Decibéis sob mangueiras: Belém no cenário rock Brasil dos anos 80”.
Serviço:
Livro “Sujando os sapatos: o caminho diário da reportagem”, de Ismael Machado.
Valor do livro: 35 reais
Informações: (91) 8716-5807
Onde comprar:
Editora Paka-Tatu: Travessa 14 de Março, esquina com a Rua Oliveira Belo.
Loja Ná Figueredo (Estação das Docas).
Revistaria do Renato (Yamada Plaza).
Revistaria Paraense (Líder Doca).
Revistaria do Fábio( Serzedelo Correa com Brás de Aguiar).
Banca do Alvino (Praça da República).
Fox Vídeo(Dr. Moraes).
Sindicato do Jornalistas - Seção Pará (Sinjor - PA).
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sábado, 28 de agosto de 2010
Jornada literária
Foto: DivulgaçãoA Feira Pan-Amazônica do Livro abriu, oficialmente, ontem. Mas é hoje que a literatura começa a engranar mesmo. Na programação do Encontro Literário, Ariano Suassuna (sim, ele de novo)inaugura o primeio dia dos debates com o público, às 19h30. A promessa é de filas longas e quilométricas para ver o escritor de "A pedra do reino" e outras obras. Mas antes, ainda tem Felipe Pena falando sobre Jornalismo e Literatura, às 17h, no auditório Inglês de Souza, no circuito alternativo da programação da Feira.
São esperadas cerca de 500 mil pessoas nessa 14º edição do evento. Como de costume, foram convidados grandes nomes da literatura nacional que poderão dialogar com o público, esclarecendo dúvidas e contando um pouco das suas trajetórias. Os encontros literários ocorrem sempre às 19h30, com entrada franca.
Foto: Divulgação

O jornalista Caco Barcellos, idealizador do programa ‘Profissão Repórter’, irá mostrar, amanhã (29), diferentes ângulos da produção de notícias e contará experiências sobre sua atuação no jornalismo.
Mario Prata, o criador de Ugo Fioravanti, será também um dos convidados e seu bate-papo com o público ocorre no dia 30 de agosto.
No dia 31, Marcel Souto Maior, autor do livro que deu origem ao filme sobre Chico Xavier, será responsável por interagir com o público. Nos dias 1º e 2 de setembro irão se apresentar, respectivamente, os escritores, Carlos Heitor Cony e Celso Antunes.
Foto: AG Sued
Num encontro inédito, Luiz Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura estarão juntos no dia 3 de setembro para abordar assuntos sobre a publicação assinada pelos dois escritores, ‘Conversa sobre o tempo’.Os apaixonados por teledramaturgia poderão participar, no dia 4, do bate-papo com o escritor Walcyr Carrasco, que já assinou inúmeras novelas de sucesso, como: O Cravo e a Rosa, A Padroeira, Chocolate com Pimenta, Sete Pecados e Alma Gêmea.
Os encontros literários encerram no domingo, 5, com a irreverência da apresentadora, capa da Playboy e escritora Fernanda Young.
Foto:DivulgaçãoConfira programação completa:
19h30 às 21h
28/08 – Ariano Suassuna
29/08 – Caco Barcellos
30/08 – Mario Prata
31/08 – Marcel Souto Maior
01/09 – Carlos Heitor Cony
02/09 – Celso Antunes
03/09 – Luis Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura
04/09 – Walcyr Carrasco
05/09 – Fernanda Young
Fonte: Assessoria de Imprensa da Feira do Livro
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Salada musical na Feira do Livro 2010

Timbres e batidas irão ecoar no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia durante a XIV edição da Feira Pan-Amazônica do Livro, que abre hoje, 27 de agosto, e segue até 5 de setembro, reunindo muitas atrações do universo literário e também do musical.
Nesta sexta-feira, 27, uma roda de capoeira esquenta os tambores para o show da Timbalada, que dá um colorido especial à festa literária, às 21h. Nos dez dias de Feira, passaam pelo palco, localizado na área do deck, 28 bandas e cantores, nomes de gabarito da música paraense e brasileira, como Pinduca, Suzana Flag, Calypso, Leila Pinheiro, Gilberto Gil, Sandra de Sá e Móveis Coloniais de Acaju, em apresentações gratuitas.
Lembrando que há uma novidade para quem quiser assistir aos shows em uma área reservada no deck: o ingresso que dá acesso a esse espaço mais próximo do palco tem que ser trocado antecipadamente por um livro infantil novo, que ao final da feira será destinado a uma biblioteca escolar pública. A troca será feita diariamente a partir do horário de abertura da feira, às 10h, exclusivamente para o show da noite em um posto de troca na entrada do pavilhão de feiras, limitado a duas trocas de ingresso por RG. A exceção é o show de abertura, da Timbalada, cujo ingresso será trocado às 19h.
Acompanhe a programação
27/08
Sexta-feira
21h - TIMBALADA
28/08
Sábado
20h - DESTRUIDORES DE TÓQUIO
21h - PAGODE DO BILÃO
22h - JORGE ARAGÃO
29/08
Domingo
20h - ORQUESTRA DE VIOLÃO CELLO DA AMAZÔNIA
21h - ALBA MARIA
22h - LEILA PINHEIRO
30/08
Segunda-feira
20h - SAMBA DE CACETE
21h - ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO DA PAZ
22h - AMAZÔNIA JAZZ BAND
31/08
Terça-feira
20h - BAMBAÊ DO ROSÁRIO
21h - PINDUCA
22h - MILTON GUEDES
01/09
Quarta-feira
20h - CAMIRANGA
21h - JAAFA REGGAE
22h - CALYPSO
02/09
Quinta-feira
20h - GAMBA
21h - SUZANA FLAG
22h - GILBERTO GIL
03/09
Sexta-feira
20h - MARABIRÉ
21h - FUNK COMO LE GUSTA
22h - LENINE
04/09
Sábado
20h - CLÃ REAL
21h - LUIZA POSSI
22h - EMILIO SANTIAGO
05/09
Domingo
20h - ADELBERT
21h - SANDRA DE SÁ
22h - MÓVEIS COLONIAIS DE ACAJU
Fonte: Assessoria de Imprensa da Feira do Livro
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